De tudo o que se fala, pouco se guarda.
Parte é levado pelo vento.
O restante se perde no tempo.
Daquilo que fica, o que não ocupa a memória, faz volume no peito.
Bateu asas e voou. Voo alto, de onde pouco se via o asfalto. Deixou o ninho, pouco sabendo sobre o seu destino. Partiu sozinho, crente que não esqueceria o caminho, que um dia o levaria de volta ao seu ninho.